Perda de dados custa às empresas brasileiras US$26 bilhões por ano.

Companhias tiveram 17 horas de tempo de inatividade inesperado no período, o que acarretou consequências em perda de receita e atrasos no desenvolvimento de produtos.


Análise de Mercado

A perda de dados e tempo de inatividade custou aproximadamente US$ 26 bilhões às empresas brasileiras no último ano. Mundialmente, o montante foi de US$ 1,7 trilhão. É o que apontou um estudo que indica que 62% dos profissionais de TI do Brasil não confiam integralmente em sua capacidade de recuperar informações após um incidente.


Além disso, 61% das organizações não têm plano de recuperação de desastres para cargas de trabalho emergentes; e apenas 4% têm planos para big data, nuvem híbrida e dispositivos móveis. De acordo com o levantamento, “nenhuma das organizações do Brasil são 'Líderes' em proteção de dados; 9% são 'Adotantes'; 91% estão desatualizadas”, informa o estudo.


Apesar de o número de incidentes estar em queda, o volume de dados perdidos por incidente cresce exponencialmente. De acordo com o estudo, 59% das empresas pesquisadas passaram por perda de dados ou tempo de inatividade nos últimos 12 meses.


Na média, as empresas tiveram 17 horas (mais de dois dias de trabalho) de tempo de inatividade inesperado no período, o que acarretou consequências na perda de receita e atrasos no desenvolvimento de produtos.


Segundo a pesquisa, empresas com três ou mais fornecedores perderam quase cinco vezes mais dados em comparação com as que têm estratégia de um só fornecedor. "As empresas com três fornecedores também tenderam a gastar, em média, US$15 milhões a mais na infraestrutura de proteção de dados, em comparação com as que têm apenas um", informa o relatório.

*Artigo originalmente publicado pela redação do portal CIO.

*Crédito da imagem: Wix.

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