Todos os orçamentos serão de TI, projeta Gartner.

Consultoria observa surgimento de uma era pautada por uma economia industrial digital. "Não continue fazendo as coisas do jeito que vinham sendo feito até agora", aconselha Cassio Dreyfuss, VP da empresa de pesquisa.


Todos os orçamentos serão orçamentos de TI e toda empresa será uma empresa de tecnologia. Essa é a projeção do Gartner para uma nova era que se inicia, como fruto de uma transformação pela qual o mundo passa. O aumento da automatização, cada vez mais invisível e presente na vida das pessoas, muda a velocidade como as coisas ocorrem e deve gerar impactos profundos às organizações.


A consultoria observa o surgimento do que batizou como “Economia Industrial Digital”, período que está sendo construído pela tecnologia ubíqua e pervasiva, puxada por conceitos como big data, social e mobilidade, consumidos a partir do modelo comercial trazido pela computação em nuvem.


A expectativa, por exemplo, é que existam 30 bilhões de dispositivos conectados a endereços IP (abreviação em inglês para protocolo de internet) únicos em 2020. É o advento da internet das coisas. E, com a computação mais presente, há um contexto de transformação em empresas e profissões, surgindo novas funções de trabalho e colocando em xeque posições antigas. É o caso do surgimento de novos líderes corporativos não somente ligados à TI, como o CDO (chief digital officer).


Há ainda uma força pressionando a camada de provedores de tecnologia: “Pense na evolução de seus fornecedores e como eles estarão posicionados no fim da década”, aponta Val Sribar, vice-presidente do Gartner.

Cassio Dreyfuss, vice-presidente e diretor geral da consultoria no Brasil, lembra que as empresas brasileiras, historicamente, valorizaram CIOs com perfil operacional. Há um coro reforçando a necessidade de testar novidades e virar um líder de negócios. O consultor observa que essa mudança de perfil de liderança se transformando de “orientado à maquina” para um “profissional estratégico” não ocorre da noite para dia. Contudo, esse passo lento na transformação abre brechas para que profissionais de outras áreas assumam algumas responsabilidades que estavam nas mãos da TI.

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“Não fique postergando”, aconselha Ione Coco, vice-presidente do Gartner, dando um direcionamento quanto à urgência no movimento de adoção de novas tecnologias. Para ela, é importante começar, mesmo que em projetos pilotos e pequenas adoções, para “não perder o bonde” da história.


*Artigo de Felipe Dreher para o portal CRN.

*Crédito da imagem: Wix.

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