TI segura e gerenciável não é um sonho impossível.

Apoiar essa nova força de trabalho cada vez mais móvel, eficiente e desenvolvida e aproveitar as novidades tecnológicas de forma segura e gerenciável é uma realidade ao alcance de qualquer CIO.

Não é de hoje que a tecnologia é vista como elemento chave para o crescimento dos negócios e para a inovação. Com a ampliação das expectativas sobre a Tecnologia da Informação, os CIOs concentraram o foco em utilizá-la para impulsionar os resultados empresariais, pressionados para lidar de forma eficiente, segura e econômica com os desafios diários.


Muito já se avançou nesse caminho. Agora, estudos recentes do Gartner e da IDC identificaram quatro principais tendências de tecnologia que estão na agenda dos CIOs, vistas tanto como oportunidades para o crescimento dos negócios, quanto como desafios para manter o controle vital da segurança e do gerenciamento. São elas:


• Bring Your Own Device (BYOD) – quais as melhores políticas para gerenciar e controlar dispositivos dos funcionários no ambiente de trabalho;

• Computação em Nuvem – administrar e controlar o uso de aplicativos e proteger os dados;

• Segurança – defender a resiliência de software e hardware;

• Mobilidade – entender como aprimorar a mobilidade empresarial.


A combinação entre a disponibilidade de novidades tecnológicas e a evolução dos comportamentos em relação a elas está estimulando a consumerização de TI e a mobilidade. Os colaboradores das empresas esperam ter no trabalho a mesma liberdade de escolha de sua tecnologia de preferência que têm em suas vidas pessoais, para ajudá-los a fazer seu trabalho de maneira eficaz.


Recente estudo realizado pela consultoria TNS, ouvindo 8.360 profissionais em 11 países, incluindo o Brasil, confirma: quase metade dos trabalhadores no mundo acredita que a capacidade de trabalhar de forma flexível pode aumentar a produtividade. Intitulado “Força de Trabalho em Evolução” o estudo revela que os funcionários estão exigindo são opções de uso da tecnologia que proporcionem uma experiência positiva ao usuário. Isso significa acesso contínuo à informação para trabalhar de forma flexível, realizado em qualquer lugar, a qualquer hora e possibilitado pelas ferramentas adequadas.


A hesitação de CIOs em relação a essas tendências é compreensível. Apoiar e cultivar a mentalidade e abordagem “consumidora” em relação à tecnologia no local de trabalho pode expor a empresa a riscos de segurança e má gestão de dados. A proteção de dados corporativos e dos clientes é essencial para a saúde de qualquer negócio, mas a segurança pode ser difícil e cara de ser gerenciada e implantada, e pode interferir com processos diários de TI.


No entanto, a realidade mostra que não fazer nada é enfrentar a ameaça real, pois há o risco de os colaboradores fazerem coisas por conta própria, utilizando seus equipamentos particulares, software e serviços inadequados e sem proteção, no trabalho. É preciso oferecer às empresas e funcionários essa flexibilidade, sem comprometer o negócio.


A boa notícia para os CIOs é que apoiar essa nova força de trabalho cada vez mais móvel, eficiente e desenvolvida e aproveitar as novidades tecnológicas de forma segura e gerenciável é uma realidade ao seu alcance, não um sonho impossível.


Embora oferecer pleno direito de escolha ao funcionário não seja uma opção para a maioria das empresas, é possível oferecer graus de escolha com base em parâmetros específicos definidos pela empresa. Os CIOs devem oferecer unidades ultramóveis e portáteis, como tablets e ultrabooks, finos, leves, esteticamente desejáveis, duráveis e modernos, com segurança confiável, além de instalações de gerenciamento de dispositivos e dados.


Empresas menores podem ter a infraestrutura e racionalização de custos para adotar o modelo BYOD, mas ainda exigem soluções para apoiá-lo. Já em companhias maiores, a adoção do BYOD pode não ser uma opção viável. Em vez disso, elas podem oferecer uma variedade de fatores de forma atraente que podem ser gerenciados de forma segura e apoiados por TI.


É importante ressaltar que a abordagem da consumerização de TI pelas empresas deve ser adequada a cada circunstância, sempre com parâmetros claros estabelecidos. E devem trabalhar com parceiros de tecnologia para desenvolver soluções personalizadas que atendam às necessidades individuais da empresa e dos colaboradores em um ambiente seguro e gerenciável.


Nas quatro tendências, vale enfrentar os desafios para transformá-los em oportunidades de impactar positivamente os negócios.


*Artigo de Henrique Sei para o portal CIO.

*Crédito da imagem: Wix.

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