PMEs: o que considerar antes de adotar soluções de segurança?

A complexidade das ameaças à segurança da informação, regulamentos e riscos pode tornar a escolha de softwares de segurança uma tarefa complexa para pequenas e médias empresas. Felizmente, existem muitas soluções no mercado que entregam confidencialidade, integridade e disponibilidade, preocupações das PMEs para seus dados e sistemas mais críticos. O problema é que escolher o melhor não é uma tarefa simples.


Para guiar as PMEs na seleção do melhor software de segurança, listamos cinco fatores para assegurar que a solução não somente supra as necessidades de segurança das empresas, mas também se integre efetivamente aos negócios. São eles:


Escala

Ao longo dos anos, softwares de segurança mais tradicionais se desenvolveram para a utilização de grandes empresas, integração com outras aplicações populares e funções herdadas de clientes.


Se essas soluções não oferecerem um modelo aplicável (quanto à funcionalidade e preço) às pequenas e médias empresas, podem atrapalhar mais do que ajudar. Os produtos destinados a essa escala de negócios precisam ter preços à altura, sem um alto custo para consoles administrativos e outros elementos necessários.


Simples

“PMEs que investem em soluções de segurança devem focar naquelas fáceis de configurar e manter”, recomenda o CEO da Avecto, Mark Austin. Usar serviços e infraestruturas existentes, como o Active Directory, e evitar o custo de servidores adicionais são alguns dos exemplos, enumera o executivo.


Integração

Softwares que tiram vantagem da infraestrutura já existente (servidores e Active Directory, por exemplo) agregam um valor adicional às PMEs. “Soluções configuradas em consoles de gerenciamento familiares, como o Group Policy, têm uma curva de aprendizado menor do que outros”, adiciona Austin.


Updates automáticos

Baseado na mudança das ameaças e na frequência em que falhas são descobertas nos softwares, é mandatório que as soluções sejam configuradas para serem atualizadas automaticamente. Os updates precisam atingir não só os consoles, mas também os softwares instalados nos desktops dos usuários.


Compliance intuitivo

Por último, compliance. Muitos softwares se vangloriam de possuir “PCI”, “HIPAA/HITECH” e outros títulos, apesar de não fornecerem nenhuma explicação satisfatória do que isso significa. Os que trazem whitepapers ou guias de configuração que explicam quais demandas a solução atende e como configurar o produto são os mais procurados pelas PMEs.


Soluções que têm como alvo o mercado das pequenas e médias empresas precisam considerar não só suas funções, mas também os cinco elementos citados acima: Escala, simplicidade, integração, automatização e compliance.


*Artigo de Doug Landoll para o portal InformationWeek EUA

*Crédito da imagem: Wix.

#segurançadainformação #metodologias

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