A alta administração é foco da Gestão de Risco.

As empresas europeias estão priorizando a gestão de risco, como nunca visto antes, apesar da existência de alguns pontos de melhoria. Estes resultados vêm da pesquisa risk management leadership realizada pela Harvard Business Review Analytic com gestores de risco da Federação Europeia de Gestão de Riscos (FERMA) e do setor público. Nas suas respostas, mais de 200 executivos de grandes organizações europeias enfatizam que a alta administração precisa definir a direção e aumentar o controle sobre a gestão de riscos, integrando a disciplina com a estratégia global da empresa, além de incorporá-la na cultura corporativa.


A pesquisa indica que em 35 por cento das organizações, existe o Chief Risk Officer ou um gerente de risco com a responsabilidade direta pela gestão de riscos.


Em 27% o CEO ou o CFO tem essa responsabilidade, enquanto o próprio conselho diretor é responsável pela gestão de riscos em 14 por cento. Em todos os casos, as empresas enfatizam a importância do engajamento da Alta Administração.


A maioria das empresas realiza revisão periódica de seus processo como forma de manter os executivos informados sobre as suas exposições ao risco.


Os principais riscos são comunicados a alta administração regularmente em 70 por cento das organizações. Mais da metade das organizações pesquisadas (56 por cento) disseram que aumentaram os recursos destinados à educação e à formação em gestão de riscos, nos últimos três anos. 75 por cento citaram a educação como um canal pelo qual a informação, a inteligência e aconselhamento sobre o risco podem atingir a gerência sênior. No entanto, apenas 17 por cento dos entrevistados descreveram a comunicação entre a alta administração e o gestor de risco como sendo abrangente e eficaz. 40 por cento dos entrevistados disseram que sua organização ainda não criou um comitê de risco, multifuncional, apesar do papel crucial que este comitê desempenha no sentido de assegurar que as informações de risco são discutidas no nível da alta administração. A pesquisa também descobriu que a maioria das empresas não adotam incentivos baseados no risco. Apenas 12 por cento disseram que a gestão de risco tem reflexo na remuneração de executivos.


Cerca de metade dos entrevistados disse que o processo de gestão de riscos está intimamente ou muito alinhado com a estratégia global e orçamento da empresa, mas apenas 20 por cento descreveu a função de risco como uma ferramenta para a tomada de decisões estratégicas. As categorias de risco que os entrevistados classificaram como de maior preocupação, são as seguintes:


• Estratégico 63%

• Financeiro 55%

• Privacidade de informações 44%

• Legal e regulamentar 44%

• Marca / reputação 42%

• Mercado / concorrência 42%

• Tecnologia 41%

• Sistêmico 37%

• Político 35%

• Força de trabalho 33%

• Desastres naturais 20%

• Terrorismo / violência 10%


*Artigo do portal GCN Brasil.

*Crédito da imagem: Wix.

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